
Queria apresentar os meus lindos sobrinhos se lambuzando de doce, eles são um pedacinho de mim, e vcs têm que conhecer: Victor e Maria Luisa. Lindos não?
Beijos à todos!
Havia uma mãe. Sim, havia. Dessas do famoso cordão umbilical, do leite, da fralda suja. Porém, eu quis mais. E encontrei - daqueles encontros inesquecíveis - uma outra mãe. Era um outro conceito, outras palavras, outros ombros. E pensei: por que não duas mães?! Uma, seria dessas, que já sabemos (e sabemos mesmo!), a outra, daquelas! Daquela mãe que sabe do meu olhar por um outro olhar, que sabe também dos suspiros meus que nosso tempo AGORA pensa, sente e respira, que puxa a minha orelha só porque já lambeu a lama que me observa beijar. E é mãe, porque me ama também no meu fedor (não o das fraldas, e sim, um mais denso, orgânico, íntimo e muitas vezes romântico), me carrega com os dentes sujos da mesma vida que me lambuzo, dialoga no mesmo tom que respiro, com as notas dissonantes, mas com fé no que sou. Uma mãe que inventei para mim - e que invenção real! -, compartilha os meus tropeços e soluços da carne, do azedo, do medíocre, e por tudo isso e mais um pouco, do belo. Sinto que posso ter essa mãe e assim chamá-la (isso porque ainda não inventamos alguma outra palavra que defina esse novo encontro). Mãe porque está e esteve lá: no meu crescer, encolher, no meu rastro (sem perseguir!), no meu corpo, no meu apodrecer, no meu enlouquecer e no meu evoluir. Do meu sexo sabe tudo!! (Será?!) Chamo-te mãe! Inventei o meu novo canto-mãe, para minha mais nova mãe, e agora desafio todos: criemos um novo lar, responsável, para as novas mães, as mães dos dias à dias. Daquelas! que não esquecem jamais, assim como o primeiro colo que ganhamos na vida.
Um comentário:
Eu te carrego nos olhos do meu coração.
Eu sinto a cumplicidade do ser, pq te dialógo com os meus caminhos.
Seja sempre bela!
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